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domingo, 27 de dezembro de 2009

Buda: a impermanência das posses

“Como é curta a vida! A morte vem antes dos cem anos; quem viver mais irá morrer de velhice à mesma.

As pessoas se angustiam por aquilo que têm apego, no entanto nada possuído é constante e nada é possuído com constância. (...) Aquilo que alguém imagina ser seu irá desaparecer com a morte. Compreendendo isso, o sábio não terá apego a nada.

Quem cobiça objectos de apego não abandona a tristeza, angústia e avareza mas o sábio, tendo-se livrado das suas posses, mantêm-se em tranquilidade e insight."

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