"A simplicidade não é a pobreza, é um despojar que nos deixa mais espaço para o espírito, para a consciência. É um estado de espírito que nos convida a apreciar, a saborear, a procurar a qualidade, é uma renúncia aos artefactos que pesam, incomodam e impedem de ir até ao fim das possibilidades.
Hoje em dia, dou-me conta que a via da simplicidade voluntária não constitui simplesmente o melhor caminho para a saúde, mas é sem dúvida a única esperança para o futuro da humanidade.
A via da simplicidade voluntária abre-se por um caminho pessoal de introspecção: trata-se de cada um descobrir quem é e identificar as respostas às suas verdadeiras necessidades, e quando falo de necessidades penso para além das necessidades físicas de base, nas necessidades sociais, afectivas e espirituais. O que é que me vai preencher plenamente em todas as minhas dimensões e capacidades? No nosso mundo de abundância, isto significa que temos de escolher; não ir mais na corrente da moda, da publicidade ou do olhar os outros, mas sim em função das necessidades autênticas.”
Descobri esta citação aqui.

Olá Paula, não conhecia o vosso blog, fico feliz...
ResponderEliminarFui eu que fiz a tradução do Serge Mongeau, podes encontrar (e publicar) o texto completo aqui:
http://odecrescimento.blogspot.com/2009/11/caminho-da-simplicidade-voluntaria.html
Um abraço,
Ana Loichot
Oi Ana,
ResponderEliminarObrigado por teres feito esta tradução!
Um abraço,
Paula