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domingo, 26 de dezembro de 2010

Documentário: a mulher que vive sem dinheiro



É possível sentirmo-nos ricos sem posses? É possível sermos felizes sem dinheiro? No documentário Viver Sem Dinheiro, ficamos a conhecer Heidemarie Schwermer, a mulher alemã que há 14 anos tomou a decisão deliberada de viver sem dinheiro.

sábado, 25 de dezembro de 2010

Feliz Natal a todos!



Falei sobre o nosso Natal Sem Compras aqui, mas isso não significa um Natal sem prendas! Que prenda melhor que dar o nosso amor?

Dar o nosso tempo, a nossa atenção, a nossa companhia? Dar afeto, apreciação, cooperação, consideração? Oferecer empatia, intimidade, respeito, apoio e calor humano? Ou partilhar a nossa presença com alegria, humor e harmonia? Ou dar inspiração, liberdade, espaço, esperança e compreensão? Que tal darmos e partilharmos coisas que o dinheiro não pode comprar?

So, let us give love :-)

[download gratuito da música aqui]

segunda-feira, 13 de dezembro de 2010

Natal sem Compras

Temendo a temporada de férias?
O stress e as correrias frenéticas?

As listas enormes de prendas e coisas a fazer?

As horas desperdiçadas nos shoppings atafulhados de espíritos famintos?

O que compraria Jesus? Será que iria para o shopping?

Este ano, que tal reunir amigos e familiares e decidir fazer as coisas de forma diferente?

Que tal aproveitarmos o espírito do dia sem compras e celebrarmos o Natal sem compras?

Aqui, é o que vamos tentar fazer ;-)
E vocês, teriam coragem de viver um Natal sem compras?

[Adaptado daqui]

domingo, 28 de novembro de 2010

sábado, 27 de novembro de 2010

Documentário: um novo "nós"



O trailer oficial do documentário, Um Novo Nós, sobre ecovilas e eco-comunidades na Europa.

Vejam 10 ecovilas e comunidades ecológicas em 8 países europeus: Sieben Linden, Damanhur, Tamera, Valle de Sensaciones, Matavenero, Schloss Glarisegg, Schloss Tonndorf, Krishna Valley, La Borie Noble, Finca Tierra.

E um documentário sobre recursos humanos aqui.

terça-feira, 23 de novembro de 2010

Prosperity is like this

Breathe.
In and out.

Filling and releasing,
Accessing energy that flows through the body.

Money, like breath, comes & goes.

Prosperity is like this.

Breathe strong and fierce,
Breathe soft and allowing.

Prosperity is like this.

How much do you hold your breath?
How shallow or deeply do you breathe?

Prosperity is like this.

Opening to greater giving is like breathing out more
Opening to greater receiving is like breathing in more
Continuing to circulate
Energy
Love
Pleasure
Money
Breathing deeper through the places
Where we want to withhold.

Prosperity is like this.

Thanks to Kathy Kali
Lotus Moon Temple

quinta-feira, 18 de novembro de 2010

Reciclagem na cozinha

O que fazer com as sobras?

A Rute, do Publicar para Partilhar, desafiou-me a participar numa blogagem colectiva sobre reciclagem na cozinha partilhando uma receitinha usando sobras de comida.

E o momento não podia ter sido mais oportuno! Vocês sabem que eu adoro a ideia da freeconomy, ou economia da generosidade (sobre a qual já tinha falado aqui e aqui). Ontem, de regresso a casa, depois de uma sessão gratuita de hipnoterapia, oferecida por uma estudante que está a estagiar, passei pelo Harvest, onde estavam oferecendo, também gratuitamente, estes vegetais.

Aqui estão eles, cortadinhos... Não me perguntem o que são porque não sei. Pelo sabor, pareceu-me ser uma mistura de folhas de beterraba com uma espécie de aipo...

Cheguei a casa cheia de fome! De sobras tinha alguns feijões, uma salsicha fresca e umas 3 ou 4 chouricinhas bem pequeninas (os vegetarianos que nos desculpem, porque ainda comemos carne umas 2 vezes por semana). Coloquei uma colher de azeite numa panela e adicionei uma cebola picada e os ditos vegetais.

Depois de uns 5 ou 10 mns adicionei a salsicha e as chouricinhas cortadas às rodelas, molho de soja e de "piri piri". Deixei mais uns 10 mns e provei: uma delícia!

Acompanhei com um pedaço de pão que comprei a metade do preço por ser do dia anterior - é assim que as padarias "reciclam" o pão aqui por estas bandas (aquilo nos saquinhos é quinoa, milhete e tâmaras). E é assim que vamos reutilizando a comida, improvisando e experimentando!

sexta-feira, 8 de outubro de 2010

O perigo das instituições bancárias

Eu acredito que as instituições bancárias são mais perigosas à nossas liberdade do que exércitos em alerta. Se o povo americano deixar os bancos privados controlarem a sua moeda, primeiro através da inflação e depois pela deflação, os bancos e as corporações que crescerão ao seu redor vão tirar do povo todas as suas propriedades até que suas crianças acordem sem abrigo no continente que seus pais conquistaram. ~ Thomas Jefferson, 1802.

I believe that banking institutions are more dangerous to our liberties than standing armies. If the American people ever allow private banks to control the issue of their currency, first by inflation, then by deflation, the banks and corporations that will grow up around the banks will deprive the people of all property until their children wake-up homeless on the continent their fathers conquered.' ~ Thomas Jefferson 1802

domingo, 29 de agosto de 2010

sábado, 28 de agosto de 2010

Dalai Lama: o dinheiro e a felicidade

A compaixão e a afeição ajudam o cérebro a funcionar mais facilmente. Além disso, a compaixão também nos dá força interior; dá-nos auto-confiança, que reduz o medo, o que por sua vez mantém tranquila a nossa mente. Deste modo, a compaixão tem duas funções: faz com que o nosso cérebro funcione melhor e dá-nos força interior. Estas são então as causas da felicidade. Eu acredito que assim seja.

Agora, é claro que outras coisas também são boas para a felicidade. Por exemplo, todas as pessoas gostam de dinheiro. Se tivermos dinheiro, podemos então desfrutar das boas coisas. Normalmente, consideramos essas coisas como o mais importante, mas acho que não é assim. O conforto material pode advir do esforço físico, mas o conforto mental tem que vir do esforço mental. Se formos a uma loja e dermos dinheiro ao empregado e dissermos que queremos comprar a paz de espírito, eles dirão que não têm nada para vender. Muitos empregados iriam pensar que somos malucos e fariam pouco de nós. [...] Portanto, sempre que eu dou palestras, digo que as pessoas modernas pensam muito sobre o desenvolvimento exterior. Se só prestarmos atenção a esse nível, isso não será suficiente. A verdadeira alegria e satisfação têm de vir de dentro.

quinta-feira, 19 de agosto de 2010

Qual seria a tua maneira ideal de ganhar a vida?

A ideia de "ganhar a vida" não me agrada nem um pouco. No nosso planeta, nenhuma espécie - excepto nós, seres humanos -, precisa de ganhar a vida. O "mal menor" seria fazer do nosso propósito de vida o nosso modo de ganhar a vida. Na minha experiência, porém, algo muda quando já não trabalhamos por gosto mas também para pagar as contas e assim por diante.

Eu tenho tido muita sorte. Quando era adolescente adorava música e passado uns anos tornei-me música e professora de música. Mais tarde quis investigar o poder da música no desenvolvimento pessoal e comunitário e tornei-me música na comunidade e musicoterapeuta. A seguir quis saber mais sobre o funcionamento da mente e das emoções e depressa me tornei conselheira psicológica. E assim por diante...

Quando me apercebi dos efeitos nocivos da escolaridade obrigatória optei pelo homeschooling e agora apoio homeschoolers e unschoolers (pais-educadores) da Inglaterra, Portugal e Brasil. Como resultado da minha busca espiritual, dei comigo a traduzir ensinamentos espirituais e a orientar sessões de meditação num centro budista.

Em muitos aspectos, sempre fiz, e continuo fazendo, o trabalho ideal. Neste momento o meu trabalho não é pago. É feito voluntariamente, e é assim que prefiro trabalhar, por amor à arte, por prazer, por convicção no valor daquilo que estou a fazer. Sonhadora como sou, dou comigo muitas vezes a sonhar com uma sociedade sem dinheiro.

Por outro lado, também compreendo a perspectiva de Chogyam Trungpa, quando diz que:

"De acordo com o Buda, ganhar a vida de uma forma correta significa simplesmente ganhar dinheiro através do trabalho, ganhar dólares, libras, francos, pesos. Para comprar comida e pagar o aluguel você precisa de dinheiro. Esta não é uma imposição cruel. É uma situação natural. Não precisamos ficar constrangidos ao lidar com dinheiro, nem ressentir o facto de termos que trabalhar. Quanto mais energia você gasta, mais dinheiro você acaba ganhando.

O dinheiro envolve tantas situações que acaba permeando toda a nossa vida. Em geral, evitar o trabalho também tem a ver com evitar outros aspectos da vida . As pessoas que rejeitam o materialismo da sociedade americana e se colocam aparte não estão dispostas a se encararem a si mesmas. Elas gostariam de se confortar com a noção de que estão vivendo uma vida filosoficamente virtuosa, e não percebem que não estão dispostas a trabalhar com o mundo tal como ele é."

Este blogue é uma forma de investigar este tema, embora ainda não tenha chegado a nenhuma conclusão... Talvez o meu sonho mais profundo seja passar o resto, ou pelo menos uma boa parte da minha vida, meditando numa caverna numa montanha, como Tenzin Palmo. Um dos votos dela é nunca tocar no dinheiro. A vida da Peregrina da Paz também me traz inspiração.

Curiosamente, estou agora a lembrar-me dos tempos que passei angariando fundos para projectos comunitários e da felicidade que sentia ao saber que as propostas tinham sido bem sucedidas - pois poderia oferecer algo de valor sem ter que cobrar.

E tu? Qual seria a tua maneira ideal de ganhar a vida? Que tipo de trabalho gostarias realmente de fazer? Já estás fazendo esse trabalho?

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Recursos Internos

Quando me sinto satisfeita com o que tenho, consigo viver com simplicidade e desfrutar de prosperidade e tempo livre.

Quando os meus objectivos são claros,
consigo alcançá-los sem espalhafatos.


Quando estou em paz comigo mesma,
deixo de desperdi
çar a minha força vital em conflitos.

Quando aprender a deixar ir deixarei de ter medo da morte.

John Heider, The Tao of Leadership

segunda-feira, 14 de junho de 2010

Milarepa: livre do sofrimento

Não tenho qualquer desejo por posses nem riqueza,
e por isso não tenho nada.

Não tenho a experiência do sofrimento inicial
de ter de acumular bens,

do sofrimento intermediário
de ter de guardar e manter as posses,

nem do sofrimento final de perder tudo que adquiri.
Isso é uma coisa maravilhosa.

- Milarepa

sexta-feira, 11 de junho de 2010

Rumi: Pão

Um dia, um xeique e um discípulo estão caminhando rapidamente em direção a uma cidade famosa por nela haver muito pouco para comer. O discípulo não diz nada mas está sempre com medo de passar fome. O professor sabe o que o discípulo pensa.

Quanto tempo hás-de desperdiçar temendo o futuro por causa do teu amor à comida? Fechaste os olhos à auto-negação e esqueceste quem fornece.

Não te preocupes. Terás as tuas nozes, passas e sobremesas especiais. Só os verdadeiros favoritos recebem a fome como seu pão de cada dia. E tu não és um desses. Quem ama a barriga recebe prato após prato da cozinha.

Quando uma pessoa dessas morre, o próprio pão vem ao funeral e faz um discurso, "O cadáver, quase que te mataste com a tua preocupação com a comida. Agora já cá não estás mas a comida continua aqui, e mais do que suficiente. Toma um pouco de pão, é uma oferta."

O pão está mais apaixonado por ti que tu por ele. Senta-se e espera durante dias. Sabe que não tens força de vontade. Se pudesses fazer jejum, o pão pularia para o teu colo, como os amantes fazem um com o outro.

Enche-te de confiança, não com esses medos infantis de vir a passar fome.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Meditação analítica sobre a inveja

- Pensa sobre uma situação que te faz sentir inveja.
- Qual é o sabor da inveja? Como é que a inveja te faz sentir?
- Observas pensamentos repetindo-se continuamente na tua mente?
- Qual é o objecto que queres tanto ter e que achas que a outra pessoa não tem direito a ter?
- Por que é que achas que tens mais direito a ter do que a outra pessoa?
- A tua inveja ajuda-te a obter aquilo que queres?
- Este objecto é mesmo importante na tua vida?
- Ficarias realmente feliz ao obter aquilo que queres?
- A obtenção daquilo que tanto desejas poderia fazer-te continuamente feliz?
- Por que é tão difícil sentires felicidade pelo que a outra pessoa tem?
- Quando nos alegramos pela sorte dos outros, ambos somos felizes!
- Tenta dar genuinamente o objecto ao outro e sentir-te feliz com a tua generosidade!

Fonte

quarta-feira, 9 de junho de 2010

Trabalha Português


Video Clip caseiro do tema Trabalha Português feito pelo compositor/intérprete Pedro Eça.

terça-feira, 8 de junho de 2010

Não podemos forçar a simplicidade

"Não podemos forçar a simplicidade, mas podemos convidá-la, encontrando tanta riqueza quanto possível nas poucas coisas que temos à mão. Simplicidade não significa escassez mas sim um certo tipo de riqueza, a plenitude que surge quando deixamos de encher o mundo com coisas." ~ Thomas Moore

domingo, 6 de junho de 2010

A vida no futuro

Tinkers Bubble é uma eco-communidade em Somerset, na Inglaterra.



Curiosos? Podem aprender mais aqui.

sábado, 5 de junho de 2010

A inveja, a avareza e o amor ao dinheiro

Continuação daqui.

Aprendi que quando se herda qualquer coisa herda-se uma série de problemas; de repente tornei-me o alvo da inveja e raiva das pessoas que sentem aversão ao facto que a herdeira fui eu.

Geshe Rabten, um monge budista tibetano, define a inveja como "um factor mental distinto que, produzido pelo apego ao respeito e ganhos materiais, é incapaz de suportar as coisas boas que os outros têm e traz sempre consigo uma profunda agitação mental. É a base para o imediato surgimento de sofrimento mental e a sua função é a de causar o esgotamento das coisas boas que temos."

O monge explica que a inveja contém frequentemente um elemento de medo. Vemos, por exemplo, que alguém está prestes a obter algo que nós queriamos tanto ter. Desejosos desses bens e receosos de não os obter, começamos a não gostar e até a odeiar a pessoa que imaginamos ser a causa do nosso problema.

Bhante, outro budista, explica a inveja como uma preocupação quase obsessiva com coisas materiais, riqueza e posses. Diz que o antídoto para a possessividade é a generosidade, a contemplação sobre a impermanência das coisas materiais e sobre o facto que vamos morrer.

Mas quem herda também se pode tornar alvo da avareza ou ganância (cobiça). Devido ao apego aos ganhos materiais, corremos sempre o risco de nos agarrarmos firmemente aos bens que agora possuimos e não querer abrir mão deles. Apreciamos as nossas posses, não queremos vê-las diminuir e sofremos com a possibilidade de nos separarmos delas. Para quem valoriza a generosidade, a avareza é o maior obstáculo. Há até quem diga que é a causa de pobreza material e espiritual no futuro.

O que acham? Que o amor ao dinheiro é mesmo a raiz de todo o mal?

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Quanto mais você dá, mais recebe

Há cerca de ano e meio atrás dei tudo que tinha - abdiquei do meu apartamento, dei as mobílias, os livros, enfim, todas essas coisas que a gente vai acumulando ao longo do tempo. Deixei também o sítio onde vivia, uma cidade lindíssima a que estava ficando apegada. Dei tudo excepto um mínimo de roupas, o laptop e o piano electrónico.

Só que quanto mais a gente dá mais recebe. Vejam só que agora herdei uma casa completamente mobilada, livros que nunca mais acabam, um carro, algum dinheiro e até uma escola de tai chi! Sinto-me mais feliz? Não. Sinto-me mais rica? Não. Sinto-me mais segura? Também não.

Mas acho incrível, esta lei natural do dar e receber... Todas estas coisas que herdei não as considero minhas; nem minhas nem de ninguém em particular, mas do Todo. Chegamos a este mundo sem nada e deixamos cá tudo. Nem o nosso corpo nos pertence pois quando chegar a hora da morte também teremos que o deixar. Assim sendo, porque nos agarramos tanto às coisas?

Continua aqui.

sábado, 22 de maio de 2010

Desperdiçar a vida

It is very wrong for people to feel deeply sad when they lose some money, while when they waste the precious moments of their lives they do not have the slightest feeling of regret. ~ Dalai Lama

domingo, 21 de fevereiro de 2010

Rumi: A Small Green Island

There is a small green island where one white cow lives alone,
a meadow of an island.

The cow grazes until nightfall, full and fat,
but during the night she panics and grows thin as a single hair.
"What will I eat tomorrow? There's nothing left!"

By dawn the grass has grown up again, waist-high.
The cow starts eating and by dark the meadow is clipped short.
She is full of strength and energy, but she panics in the dark as before and grows abnormally thin overnight.

The cow does this over and over and this is all she does.
She never thinks, "This meadow has never failed to grow back.
Why should I be afraid every night that it won't?"

The cow is the bodily soul.
The island field is this world where that grows lean with fear and fat with blessing, lean and fat.
White cow, don't make yourself miserable with what is to come or not to come.

Translated by Coleman Barks

quinta-feira, 18 de fevereiro de 2010

Possuir ou ser possuído?

O que é mais importante: adquirir mais posses ou tornarmo-nos mais conscientes? O que funciona melhor: obter ou largar?

Há um problema com possuir demasiado. Há um problema com possuir cada vez mais.

Quanto mais tens e quanto mais vais obtendo mais posses terás para cuidar. Quanto mais tens mais poderás perder. Será que isso é possuir ou ser possuído?

Mas se deixares de acumular posses, poderás deixar de passar a vida cuidando delas.

Busca a tranquilidade para descobrires a tua segurança interior. Se tiveres segurança interior, terás o que realmente queres. Também andarás menos estressado e a tua vida será mais longa.

John Heider, The Tao of Leadership

quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010

O nosso relacionamento com o dinheiro


Christopher Titmuss

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

Dinheiro: nova forma de escravidão



«O dinheiro é uma nova forma de escravidão e distingue-se da antiga pelo simples facto de que agora a escravatura é impessoal, ou seja, não existe uma relação humana entre o senhor e o escravo»

Leo Tolstoy

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

O homem que vive sem dinheiro

Jon Henley passou o dia em Bath com Mark Boyle, que no ano passado decidiu deixar de gastar dinheiro... em nada... e para sempre! E sabem que mais? Ele está vivendo muito bem!

Podem ver o vídeo, em inglês, aqui.

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Gandhi: Alcançando o Ideal

Na minha humilde opinião, o conhecimento nunca deveria ser usado para a aquisição de riqueza. Negócios deveriam ser o único meio de fazê-lo. O meio de subsistência deveria ser o trabalho manual, ou seja, tecelagem, carpintaria, alfaiataria e outras ocupações essenciais para a manutenção da vida humana.

Creio que uma das principais razões para a nossa queda moral é que médicos, advogados, professores e outros adquirem conhecimento principalmente para obterem dinheiro e, na verdade, usam-no para esse fim. O que expus é, evidentemente, um ideal que não podemos alcançar. Não tenho dúvidas, contudo, que quanto mais perto estivermos dele, melhor para nós.

Navajivan, 1 de Julho de 1924 (CW 24, p. 174)