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domingo, 25 de dezembro de 2011

Abraços Gratuitos para um Feliz Natal!

Sempre quis organizar um evento destes!
Demorou, mas foi! Feliz Natal a todos!

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

Citações: O sistema financeiro

“Pergunta às pessoas à tua volta porque não dizem ou fazem aquilo que realmente pensam estar correcto e a resposta será uma: medo. Uma das maiores razões desse medo é a necessidade de ganhar dinheiro para viver.”

“Se se conseguir inflaccionar artificialmente os custos básicos da vida, como comida, aquecimento, roupas e abrigo, pressiona-se as pessoas a servir o sistema e a ganhar dinheiro para suprir essas necessidades básicas. Quanto menos for preciso ganhar, mais escolhas terás para viveres a vida como quiseres. Quanto mais precisares de ganhar, mais limitadas serão as tuas escolhas. Este esquema é baseado na maior aldrabice de todas _ o pagamento de juros sobre dinheiro que não existe”.

"O sistema bancário é uma das mais destrutivas actividades criminais do planeta. As pessoas que cultivam comida e produzem as necessidades da vida estão afogadas em dívidas e são muitas vezes levadas à falência por pessoas que apenas inserem números num computador, cobrando-lhes juros de seguida. Estão em circulação fantásticas somas de “dinheiro”, sob a forma de cheques e créditos de várias espécies, mas menos de 10% deste dinheiro existe sob a forma de notas e moedas. Mais de 90% não existe. O sistema está completamente falido e só funciona porque as pessoas estão condicionadas a aceitar cheques e cartões de crédito como “dinheiro” quando, de facto, isso não é mais do que a entrada de alguns números num computador, sem qualquer suporte”.

“Apesar da loucura óbvia deste roubo legalizado, as nossas mentes ainda estão condicionadas a acreditar que cobrar juros por dinheiro que não existe é essencial, e sem isso a economia mundial iria colapsar. Não é assim”.

“Responde-me a isto: o que aconteceria se, em vez de pedirmos emprestado dinheiro inexistente ao sistema bancário privado, os nossos governos imprimissem dinheiro em quantidade suficiente e livre de juros, e o emprestassem às pessoas com uma taxa de juro reduzida, para cobrir taxas administrativas? Já não seríamos capazes de comprar tudo o que precisássemos? Claro que seríamos e com maior facilidade, já que o custo de tudo baixaria.”

“O dinheiro tornar-se-ia naquilo para que foi inventado: um meio de troca de contribuições dentro da comunidade, que supre algumas das nossas carências em produtos e serviços. É apenas quando há juros sobre o dinheiro que este se torna num mecanismo de controlo, usado com os efeitos devastadores a que hoje assistimos.”

“Não existe motivo pelo qual não possamos ter dinheiro livre de juros. Só falta a vontade para que isso aconteça, porque os políticos que poderiam derrubar este sistema estão a ser controlados e manipulados pelas mesmas pessoas que detêm os bancos do mundo, (…)”

“Repara só nos diferentes partidos políticos no teu país. Quantos propõem acabar com o sistema de juros caso sejam eleitos? Nenhum? Obrigado. E agora sabes porquê.

Dois presidentes dos Estados Unidos da América propuseram imprimir dinheiro livre de juros e começaram a introduzir a medida. Um foi Abraham Lincoln e o outro foi John F. Kennedy. Sabes o que mais têm estas duas figuras em comum?”.

David Icke, no seu livro “Eu Sou Eu, Eu Sou Livre _ o guia para os robôs obterem liberdade”

quarta-feira, 19 de outubro de 2011

Eu dou. E vocês?

segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A sabedoria da simplicidade

Simplificar significa enfrentar as coisas cara a cara. Significa enfrentar a vida com clareza, sem distrações desnecessárias. Significa ser-se direto e honesto em todos os tipos de relacionamentos. Significa encarar a vida tal como ela é. - Duane Elgin

Inspiração do Dia: A sabedoria da simplicidade é um tema com raízes profundas. O grande valor e as enormes vantagens da vida simples são encontradas em todas as grandes tradições de sabedoria do mundo. Jesus ensinou, com as suas palavras e o seu exemplo, que não devemos fazer da aquisição de bens materiais o nosso principal objectivo de vida. Tradições espirituais orientais, como o budismo, o hinduísmo e o taoísmo, também encorajam uma vida de moderação material e abundância espiritual. Os gregos, os puritanos e os quakers salientam a mesma coisa, tal como os transcendentalistas, cujo pensamento é melhor exemplificado pelas vidas e escritos de Emerson e Thoreau. A vida simples não é uma nova invenção social - o que é novidade é a urgente necessidade de responder às circunstâncias ecológicas e materiais que estão mudando radicalmente e em que a humanidade se encontra.

Duane Elgin
[continua aqui]

Seja a mudança que você quer ver no mundo: Hoje, dê outro passo em direção a simplicidade voluntária, tanto interna como externa.

domingo, 9 de outubro de 2011

Aproveitar a fruta das árvores

Há sempre uma primeira vez! E hoje foi a vez de aprender a fazer suco de maçã! Enchemos mais de cem garrafas numa tarde, todas feitas com maçãs que acabariam sendo desperdiçadas! Há tantas macieiras por aqui que ninguém liga nenhuma. No entanto, compram-nas nos supermercados!


O equipamento foi emprestado a um casal que convidou todas as pessoas da comunidade a coletarem e trazerem maçãs e as garrafas vazias que tinham em casa. O resultado? Suco delicioso!

sábado, 25 de junho de 2011

Wikipédia: simplicidade voluntária

Wikipédia define simplicidade voluntária da seguinte forma:

Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o "quanto mais melhor", em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas à espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress , preservação do meio ambiente, justiça social ou anti-consumismo , enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas - embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com "pobreza forçada".

A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente.

Ler o resto aqui.

terça-feira, 21 de junho de 2011

Isto e aquilo...

Já faz tempo que não passo por aqui. Tenho andado ocupada com isto e aquilo... e o tempo passa depressa!

Bem, voltando ao tema deste blog, a economia da generosidade, aqui vai um resumo destes ultimos dias.

1) Estou a ajudar uma amiga a promover oficinas de Biodanza, a dança da vida. Em troca, estou a receber tratamentos de acupuntura gratuitos... e gooseberries... e boleias para sessões de Biodanza... e amizade :-)

2) Resolvi apoiar as crianças tibetanas refugiadas em Bylakuppe, na India. Se quiserem ajudar, podem fazê-lo através da minha página do Just Giving. Isso seria muito legal! A página tem muitos links e explica a minha proposta em mais detalhe. Passem o link à vontade :)


3) Um amigo resolveu ajudar Maggie Doyne, a rapariga americana que ao ver a pobreza das criancinhas orfãs do Nepal resolveu pegar nas poupanças que tinha e construir uma casa e escola para elas. Hoje, com 23 anos, ela é a 'mãe' de 35 crianças e a escola que criou dá apoio a outras duzentas e trinta! O meu amigo teve uma ideia: pedir livros usados aos amigos e conhecidos, vendê-los na internet e enviar o dinheiro para Kopila Valley. O meu papel? Praticar uma vez mais o não apego e oferecer os meus queridos livros!

4) Que mais? Estou pensando doar a parte que me cabe do lucro da venda deste livro....

Vamos partilhar histórias? Assim ficamos mais entusiasmados!

segunda-feira, 18 de abril de 2011

segunda-feira, 4 de abril de 2011

Quanto mais dou mais recebo; livros, livros e mais livros!

Anteontem à noite uma amiga manifestou interesse por uns livros que tinha na estante. Assim que pensei em oferecê-los, uma vozinha interior manifestou a sua relutância. Imediatamente outra voz fez-se ouvir, sossegando-a: "não tenhas medo do não-apego, não tenhas receio de os deixa ir".

Como sempre, tinha razão. Ontem à tarde deram-me 4 caixas cheias de livros! Não os contei mas deviam ser pelo menos uns cem. Quanto mais a gente dá, mais recebe.

Selecionei os que quero ler e enchi duas caixas com os restantes, que vou dar a quem queira ou a uma loja da caridade. E assim vamos inovando a nossa biblioteca, sem gastar um tostão.

Ver também:
Economia da generosidade
Economia da generosidade II - Freeconomy

sexta-feira, 1 de abril de 2011

O teu dinheiro ou a tua vida



Publicado há 20 anos, Your Money or Your Life foi escrito para estes tempos, afirma a co-autora Vicki Robin. O livro ajudou muitas pessoas a examinar as suas crenças sobre o dinheiro, decidir o que é "suficiente", livrar-se de dívidas, e libertar a sua energia vital para investir no que é mais importante para elas. Vicki convida-nos a aplicar as ferramentas sugeridas pelo livro na nossa relação com o tempo, oportunidades para criatividade e intercâmbio.

quarta-feira, 30 de março de 2011

Economista irlandês vive sem dinheiro



Chama-se Mark Boyle e surpreendeu tudo e todos quando há dois anos decidiu viver sem dinheiro. É irlandês, formado em economia e esteve agora no Porto, em Portugal, com a mensagem de que se consegue viver sem conta bancária, emprego fixo ou luxos.

quinta-feira, 24 de março de 2011

quinta-feira, 17 de março de 2011

Tocar a Terra - Honrar nossos inimigos

Vocês, que pelo lucro se envolvem na destruição deliberada do meio ambiente, vocês mostram-me o quanto eu valorizo ​​o que é honesto, generoso e eticamente planeado, todas as expressões de amor por este planeta-nosso-lar, e por todos os seres, humanos e não-humanos. Por isso eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

Vocês deflagram em mim a paixão e o amor que sinto por esta terra que suporta a vida, pelo seu ar, seu solo e suas águas, e todos os seres por ela sustentados. Vocês mostram-me o quanto desejo integridade na minha vida, o quanto desejo comunidades fortes e sustentáveis. A força com que resisto as vossas acções mostra-me a intensidade do meu amor e paixão. Por isso, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

Porque a dor que sinto ao ver o sofrimento do mundo não é maior que a vossa dor - a vocês, que perpetuam a destruição e se alienam das necessidades das gerações actuais e do futuro, cheia de compaixão, eu me prosto e toco a Terra.

Porque o sofrimento da ganância, alienação e medo não são menores do que a dor do luto e tristeza pelo que já perdemos, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

Pelo poder da transformação da minha raiva em amor pela beleza e integridade de todas as formas de vida, e pela energia radiante da minha sede de justiça e saúde para todos os seres, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

Porque todos queremos ser felizes, nos sentir intactos e parte do todo, por esse anseio comum, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

Porque vocês me desafiam com as vossas acções, exigindo que eu me liberte do meu apego à ideia de que a minha é a única perspectiva correta, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.

A vocês, que me ensinam que a mente é uma fonte inesgotável, um verdadeiro milagre, capaz de se manifestar como amor, ganância ou medo, sabedoria ou confusão, ceguez às consequências das acções ou abertura à coerência sem limites de tudo o que fazemos e experienciamos na vida;

A vocês, que me mostram aquilo que eu mesma sou capaz quando deixo a minha vida ser regida pelo medo e pela ganância, a vocês, meus sublimes mestres, eu, cheia de gratidão, me prosto e toco a Terra.

Respeitando a capacidade da mente para a delusão e alienação que me chamam com tanta insistência à conexão e sabedoria, eu me prosto e toco a Terra.

Com a compreensão de que tudo isto irá passar, e com amor no meu coração, eu me prosto e toco a Terra.

Caitriona Reed

Original aqui.

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011