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domingo, 26 de agosto de 2012
Dar e partilhar...
Se os seres soubessem, como eu sei, os resultados de dar e partilhar, eles não comeriam sem antes ter dado, nem permitiriam que a mácula do egoísmo invadisse as suas mentes. Mesmo se fosse o seu último bocado, eles não comeriam sem ter partilhado, se houvesse alguém com quem partilhar. Mas como os seres não sabem, como eu, os resultados de dar e partilhar, eles comem sem ter dado. A mácula do egoísmo toma conta das suas mentes.
Buda, no Dana Sutta, Itivuttaka 26.
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quinta-feira, 17 de março de 2011
Tocar a Terra - Honrar nossos inimigos
Vocês, que pelo lucro se envolvem na destruição deliberada do meio ambiente, vocês mostram-me o quanto eu valorizo o que é honesto, generoso e eticamente planeado, todas as expressões de amor por este planeta-nosso-lar, e por todos os seres, humanos e não-humanos. Por isso eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Vocês deflagram em mim a paixão e o amor que sinto por esta terra que suporta a vida, pelo seu ar, seu solo e suas águas, e todos os seres por ela sustentados. Vocês mostram-me o quanto desejo integridade na minha vida, o quanto desejo comunidades fortes e sustentáveis. A força com que resisto as vossas acções mostra-me a intensidade do meu amor e paixão. Por isso, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque a dor que sinto ao ver o sofrimento do mundo não é maior que a vossa dor - a vocês, que perpetuam a destruição e se alienam das necessidades das gerações actuais e do futuro, cheia de compaixão, eu me prosto e toco a Terra.
Porque o sofrimento da ganância, alienação e medo não são menores do que a dor do luto e tristeza pelo que já perdemos, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Pelo poder da transformação da minha raiva em amor pela beleza e integridade de todas as formas de vida, e pela energia radiante da minha sede de justiça e saúde para todos os seres, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque todos queremos ser felizes, nos sentir intactos e parte do todo, por esse anseio comum, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque vocês me desafiam com as vossas acções, exigindo que eu me liberte do meu apego à ideia de que a minha é a única perspectiva correta, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
A vocês, que me ensinam que a mente é uma fonte inesgotável, um verdadeiro milagre, capaz de se manifestar como amor, ganância ou medo, sabedoria ou confusão, ceguez às consequências das acções ou abertura à coerência sem limites de tudo o que fazemos e experienciamos na vida;
A vocês, que me mostram aquilo que eu mesma sou capaz quando deixo a minha vida ser regida pelo medo e pela ganância, a vocês, meus sublimes mestres, eu, cheia de gratidão, me prosto e toco a Terra.
Respeitando a capacidade da mente para a delusão e alienação que me chamam com tanta insistência à conexão e sabedoria, eu me prosto e toco a Terra.
Com a compreensão de que tudo isto irá passar, e com amor no meu coração, eu me prosto e toco a Terra.
Caitriona Reed
Original aqui.
Vocês deflagram em mim a paixão e o amor que sinto por esta terra que suporta a vida, pelo seu ar, seu solo e suas águas, e todos os seres por ela sustentados. Vocês mostram-me o quanto desejo integridade na minha vida, o quanto desejo comunidades fortes e sustentáveis. A força com que resisto as vossas acções mostra-me a intensidade do meu amor e paixão. Por isso, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque a dor que sinto ao ver o sofrimento do mundo não é maior que a vossa dor - a vocês, que perpetuam a destruição e se alienam das necessidades das gerações actuais e do futuro, cheia de compaixão, eu me prosto e toco a Terra.
Porque o sofrimento da ganância, alienação e medo não são menores do que a dor do luto e tristeza pelo que já perdemos, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Pelo poder da transformação da minha raiva em amor pela beleza e integridade de todas as formas de vida, e pela energia radiante da minha sede de justiça e saúde para todos os seres, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque todos queremos ser felizes, nos sentir intactos e parte do todo, por esse anseio comum, eu, cheia de compaixão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
Porque vocês me desafiam com as vossas acções, exigindo que eu me liberte do meu apego à ideia de que a minha é a única perspectiva correta, eu, cheia de gratidão, me prosto aos vossos pés e toco a Terra.
A vocês, que me ensinam que a mente é uma fonte inesgotável, um verdadeiro milagre, capaz de se manifestar como amor, ganância ou medo, sabedoria ou confusão, ceguez às consequências das acções ou abertura à coerência sem limites de tudo o que fazemos e experienciamos na vida;
A vocês, que me mostram aquilo que eu mesma sou capaz quando deixo a minha vida ser regida pelo medo e pela ganância, a vocês, meus sublimes mestres, eu, cheia de gratidão, me prosto e toco a Terra.
Respeitando a capacidade da mente para a delusão e alienação que me chamam com tanta insistência à conexão e sabedoria, eu me prosto e toco a Terra.
Com a compreensão de que tudo isto irá passar, e com amor no meu coração, eu me prosto e toco a Terra.
Caitriona Reed
Original aqui.
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quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Qual seria a tua maneira ideal de ganhar a vida?
A ideia de "ganhar a vida" não me agrada nem um pouco. No nosso planeta, nenhuma espécie - excepto nós, seres humanos -, precisa de ganhar a vida. O "mal menor" seria fazer do nosso propósito de vida o nosso modo de ganhar a vida. Na minha experiência, porém, algo muda quando já não trabalhamos por gosto mas também para pagar as contas e assim por diante.
Eu tenho tido muita sorte. Quando era adolescente adorava música e passado uns anos tornei-me música e professora de música. Mais tarde quis investigar o poder da música no desenvolvimento pessoal e comunitário e tornei-me música na comunidade e musicoterapeuta. A seguir quis saber mais sobre o funcionamento da mente e das emoções e depressa me tornei conselheira psicológica. E assim por diante...
Quando me apercebi dos efeitos nocivos da escolaridade obrigatória optei pelo homeschooling e agora apoio homeschoolers e unschoolers (pais-educadores) da Inglaterra, Portugal e Brasil. Como resultado da minha busca espiritual, dei comigo a traduzir ensinamentos espirituais e a orientar sessões de meditação num centro budista.
Em muitos aspectos, sempre fiz, e continuo fazendo, o trabalho ideal. Neste momento o meu trabalho não é pago. É feito voluntariamente, e é assim que prefiro trabalhar, por amor à arte, por prazer, por convicção no valor daquilo que estou a fazer. Sonhadora como sou, dou comigo muitas vezes a sonhar com uma sociedade sem dinheiro.
Por outro lado, também compreendo a perspectiva de Chogyam Trungpa, quando diz que:
"De acordo com o Buda, ganhar a vida de uma forma correta significa simplesmente ganhar dinheiro através do trabalho, ganhar dólares, libras, francos, pesos. Para comprar comida e pagar o aluguel você precisa de dinheiro. Esta não é uma imposição cruel. É uma situação natural. Não precisamos ficar constrangidos ao lidar com dinheiro, nem ressentir o facto de termos que trabalhar. Quanto mais energia você gasta, mais dinheiro você acaba ganhando.
O dinheiro envolve tantas situações que acaba permeando toda a nossa vida. Em geral, evitar o trabalho também tem a ver com evitar outros aspectos da vida . As pessoas que rejeitam o materialismo da sociedade americana e se colocam aparte não estão dispostas a se encararem a si mesmas. Elas gostariam de se confortar com a noção de que estão vivendo uma vida filosoficamente virtuosa, e não percebem que não estão dispostas a trabalhar com o mundo tal como ele é."
Este blogue é uma forma de investigar este tema, embora ainda não tenha chegado a nenhuma conclusão... Talvez o meu sonho mais profundo seja passar o resto, ou pelo menos uma boa parte da minha vida, meditando numa caverna numa montanha, como Tenzin Palmo. Um dos votos dela é nunca tocar no dinheiro. A vida da Peregrina da Paz também me traz inspiração.
Curiosamente, estou agora a lembrar-me dos tempos que passei angariando fundos para projectos comunitários e da felicidade que sentia ao saber que as propostas tinham sido bem sucedidas - pois poderia oferecer algo de valor sem ter que cobrar.
E tu? Qual seria a tua maneira ideal de ganhar a vida? Que tipo de trabalho gostarias realmente de fazer? Já estás fazendo esse trabalho?
Eu tenho tido muita sorte. Quando era adolescente adorava música e passado uns anos tornei-me música e professora de música. Mais tarde quis investigar o poder da música no desenvolvimento pessoal e comunitário e tornei-me música na comunidade e musicoterapeuta. A seguir quis saber mais sobre o funcionamento da mente e das emoções e depressa me tornei conselheira psicológica. E assim por diante...
Quando me apercebi dos efeitos nocivos da escolaridade obrigatória optei pelo homeschooling e agora apoio homeschoolers e unschoolers (pais-educadores) da Inglaterra, Portugal e Brasil. Como resultado da minha busca espiritual, dei comigo a traduzir ensinamentos espirituais e a orientar sessões de meditação num centro budista.
Em muitos aspectos, sempre fiz, e continuo fazendo, o trabalho ideal. Neste momento o meu trabalho não é pago. É feito voluntariamente, e é assim que prefiro trabalhar, por amor à arte, por prazer, por convicção no valor daquilo que estou a fazer. Sonhadora como sou, dou comigo muitas vezes a sonhar com uma sociedade sem dinheiro.
Por outro lado, também compreendo a perspectiva de Chogyam Trungpa, quando diz que:
"De acordo com o Buda, ganhar a vida de uma forma correta significa simplesmente ganhar dinheiro através do trabalho, ganhar dólares, libras, francos, pesos. Para comprar comida e pagar o aluguel você precisa de dinheiro. Esta não é uma imposição cruel. É uma situação natural. Não precisamos ficar constrangidos ao lidar com dinheiro, nem ressentir o facto de termos que trabalhar. Quanto mais energia você gasta, mais dinheiro você acaba ganhando.
O dinheiro envolve tantas situações que acaba permeando toda a nossa vida. Em geral, evitar o trabalho também tem a ver com evitar outros aspectos da vida . As pessoas que rejeitam o materialismo da sociedade americana e se colocam aparte não estão dispostas a se encararem a si mesmas. Elas gostariam de se confortar com a noção de que estão vivendo uma vida filosoficamente virtuosa, e não percebem que não estão dispostas a trabalhar com o mundo tal como ele é."
Este blogue é uma forma de investigar este tema, embora ainda não tenha chegado a nenhuma conclusão... Talvez o meu sonho mais profundo seja passar o resto, ou pelo menos uma boa parte da minha vida, meditando numa caverna numa montanha, como Tenzin Palmo. Um dos votos dela é nunca tocar no dinheiro. A vida da Peregrina da Paz também me traz inspiração.
Curiosamente, estou agora a lembrar-me dos tempos que passei angariando fundos para projectos comunitários e da felicidade que sentia ao saber que as propostas tinham sido bem sucedidas - pois poderia oferecer algo de valor sem ter que cobrar.
E tu? Qual seria a tua maneira ideal de ganhar a vida? Que tipo de trabalho gostarias realmente de fazer? Já estás fazendo esse trabalho?
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segunda-feira, 14 de junho de 2010
Milarepa: livre do sofrimento
Não tenho qualquer desejo por posses nem riqueza,
e por isso não tenho nada.
Não tenho a experiência do sofrimento inicial
de ter de acumular bens,
do sofrimento intermediário
de ter de guardar e manter as posses,
nem do sofrimento final de perder tudo que adquiri.
Isso é uma coisa maravilhosa.
- Milarepa
e por isso não tenho nada.
Não tenho a experiência do sofrimento inicial
de ter de acumular bens,
do sofrimento intermediário
de ter de guardar e manter as posses,
nem do sofrimento final de perder tudo que adquiri.
Isso é uma coisa maravilhosa.
- Milarepa
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 28 de dezembro de 2009
Thich Nhat Han: 2º Treino da Plena Atenção
Consciente do sofrimento causado pela exploração, injustiça social, roubo e opressão, estou determinada a praticar generosidade no meu modo de pensar, de falar e de agir. A minha opção é não roubar e não possuir nada que porventura pertença a alguém - em vez disso, hei-de compartilhar o meu tempo, energia e recursos materiais com quem precise.
Consciente de que a busca da riqueza, fama, poder e prazeres sensoriais podem criar sofrimento; de que a felicidade depende do meu estado de espírito e não de condições externas; e de que para ser feliz aqui e agora a unica coisa que preciso é lembrar-me de que já possuo todas as condições para tal, prometo viver de uma forma que contribua para a redução do sofrimento de todos os seres vivos na Terra.
Thich Nhat Han (2º Treinamento da Plena Atenção)
Consciente de que a busca da riqueza, fama, poder e prazeres sensoriais podem criar sofrimento; de que a felicidade depende do meu estado de espírito e não de condições externas; e de que para ser feliz aqui e agora a unica coisa que preciso é lembrar-me de que já possuo todas as condições para tal, prometo viver de uma forma que contribua para a redução do sofrimento de todos os seres vivos na Terra.
Thich Nhat Han (2º Treinamento da Plena Atenção)
domingo, 27 de dezembro de 2009
Buda: a impermanência das posses
“Como é curta a vida! A morte vem antes dos cem anos; quem viver mais irá morrer de velhice à mesma.
As pessoas se angustiam por aquilo que têm apego, no entanto nada possuído é constante e nada é possuído com constância. (...) Aquilo que alguém imagina ser seu irá desaparecer com a morte. Compreendendo isso, o sábio não terá apego a nada.
“Quem cobiça objectos de apego não abandona a tristeza, angústia e avareza mas o sábio, tendo-se livrado das suas posses, mantêm-se em tranquilidade e insight."
Buda, Jara Sutta
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sábado, 12 de dezembro de 2009
Um novo modelo social
Temos de tentar o impossível. Estou convencido que se continuarmos a seguir um modelo social inteiramente condicionado pelo dinheiro e poder, e que leva tão pouco em conta verdadeiros valores como o amor e o altruísmo, as futuras gerações poderão vir a enfrentar problemas e sofrimentos muito piores.
Cada um de nós carece de uma coisa ou outra. Não sei bem o que nos falta, mas sinto que nos falta algo. No Ocidente, apesar da crise actual, o facto é que vocês têm de tudo, ou pelo menos pensam que têm; têm todos os tipos de bens materiais e estes estão, sem dúvida, distribuídos melhor que no passado. Mas, por outro lado, vocês vivem num estado de constante tensão, num clima de medo e competitividade incessante.
E os que crescem nesse tipo de atmosfera vão-se sentir carentes toda a vida: não irão conhecer aquela maravilhosa qualidade da profundidade e intimidade que é a riqueza da vida. Irão permanecer na superfície agitada do mar, sem nunca conhecer a calma que se encontra nas profundezas.
- trecho do "The Dalai Lama's Little Book of Inner Peace: The Essential Life and Teachings" por Sua Santidade o Dalai Lama
Cada um de nós carece de uma coisa ou outra. Não sei bem o que nos falta, mas sinto que nos falta algo. No Ocidente, apesar da crise actual, o facto é que vocês têm de tudo, ou pelo menos pensam que têm; têm todos os tipos de bens materiais e estes estão, sem dúvida, distribuídos melhor que no passado. Mas, por outro lado, vocês vivem num estado de constante tensão, num clima de medo e competitividade incessante.
E os que crescem nesse tipo de atmosfera vão-se sentir carentes toda a vida: não irão conhecer aquela maravilhosa qualidade da profundidade e intimidade que é a riqueza da vida. Irão permanecer na superfície agitada do mar, sem nunca conhecer a calma que se encontra nas profundezas.
- trecho do "The Dalai Lama's Little Book of Inner Peace: The Essential Life and Teachings" por Sua Santidade o Dalai Lama
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
O mundo das posses
Quanto mais recebes, mais cresce o desejo;
quanto mais tens, mais queres ter.
O querer acaba por tornar-se uma fome obsessiva.
Não deves tentar possuir coisas ou pessoas;
simplesmente abandona o mundo das posses.
Autor desconhecido
quanto mais tens, mais queres ter.
O querer acaba por tornar-se uma fome obsessiva.
Não deves tentar possuir coisas ou pessoas;
simplesmente abandona o mundo das posses.
Autor desconhecido
segunda-feira, 21 de setembro de 2009
A tranquilidade de Buda

Todas as posses acarretam preocupações, as riquezas depressa se perdem e a felicidade cedo se esvai. Preferi, pois, o recolhimento interior. A morte separa o homem de tudo aquilo a que chama "seu".
A sabedoria do discípulo está em não ter posses. Jara Sutta
Ao indivíduo que já se libertou de posses e do desejo de posses, isto é, que não é mais possuido pelo que antes pensava ou desejava possuir, e que também não mais se deixa afectar pela transitoriedade das coisas, a esse podeis chamar "tranquilo".
Purabhedha Sutta
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terça-feira, 11 de agosto de 2009
Tenzin Palmo, a hermita inglesa
que viveu 12 anos sozinha meditando numa gruta nos Himalaias.

Tenzin Palmo nasceu em 1944 em Londres e tornou-se budista ainda adolescente. Aos 20 anos de idade decidiu ir para a Índia aprofundar seu caminho espiritual. Foi lá que conheceu Khamtrul Rinpoche VIII e tornou-se uma das primeiras monjas budistas ocidentais. Depois de passar 6 anos na comunidade de Khamtrul Rinpoche foi para o vale do Lahaul nos Himalaias, onde viveu durante vários anos num pequeno mosteiro, mantendo-se em retiro durante os longos meses de Inverno. Foi então que, procurando maior reclusão para intensificar sua prática espiritual, encontrou uma gruta nas proximidades, onde viveu durante os 12 anos seguintes, passando os últimos 3 em estrito retiro.
Mas a estória dela não acaba aqui. Se quiserem saber mais podem ler o livro Cave in the snow, de Vicki Mackenzie, ou clicar aqui.

Tenzin Palmo nasceu em 1944 em Londres e tornou-se budista ainda adolescente. Aos 20 anos de idade decidiu ir para a Índia aprofundar seu caminho espiritual. Foi lá que conheceu Khamtrul Rinpoche VIII e tornou-se uma das primeiras monjas budistas ocidentais. Depois de passar 6 anos na comunidade de Khamtrul Rinpoche foi para o vale do Lahaul nos Himalaias, onde viveu durante vários anos num pequeno mosteiro, mantendo-se em retiro durante os longos meses de Inverno. Foi então que, procurando maior reclusão para intensificar sua prática espiritual, encontrou uma gruta nas proximidades, onde viveu durante os 12 anos seguintes, passando os últimos 3 em estrito retiro.
Mas a estória dela não acaba aqui. Se quiserem saber mais podem ler o livro Cave in the snow, de Vicki Mackenzie, ou clicar aqui.
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