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sábado, 1 de setembro de 2012
Renunciante? Quem? Eu?
Quando foi elogiado por ter abandonado a grande riqueza da família a fim de se concentrar no caminho do yoga, Bhaduri Mahasaya respondeu:
"Deixei umas moedas e uns prazeres insignificantes por um império cósmico de felicidade sem fim. Como podes então pensar que neguei-me de algo? Eu tenho a alegria de compartilhar o tesouro. Isso é sacrifício? Verdadeiros renunciantes são os que, com sua curta visão, enfocam apenas em coisas mundanas! Eles abandonam posses divinais sem igual por um pobre punhado de brinquedos terrenos!"
Autobiografia de um Yogui
domingo, 28 de novembro de 2010
sábado, 28 de agosto de 2010
Dalai Lama: o dinheiro e a felicidade
A compaixão e a afeição ajudam o cérebro a funcionar mais facilmente. Além disso, a compaixão também nos dá força interior; dá-nos auto-confiança, que reduz o medo, o que por sua vez mantém tranquila a nossa mente. Deste modo, a compaixão tem duas funções: faz com que o nosso cérebro funcione melhor e dá-nos força interior. Estas são então as causas da felicidade. Eu acredito que assim seja.
Agora, é claro que outras coisas também são boas para a felicidade. Por exemplo, todas as pessoas gostam de dinheiro. Se tivermos dinheiro, podemos então desfrutar das boas coisas. Normalmente, consideramos essas coisas como o mais importante, mas acho que não é assim. O conforto material pode advir do esforço físico, mas o conforto mental tem que vir do esforço mental. Se formos a uma loja e dermos dinheiro ao empregado e dissermos que queremos comprar a paz de espírito, eles dirão que não têm nada para vender. Muitos empregados iriam pensar que somos malucos e fariam pouco de nós. [...] Portanto, sempre que eu dou palestras, digo que as pessoas modernas pensam muito sobre o desenvolvimento exterior. Se só prestarmos atenção a esse nível, isso não será suficiente. A verdadeira alegria e satisfação têm de vir de dentro.
Agora, é claro que outras coisas também são boas para a felicidade. Por exemplo, todas as pessoas gostam de dinheiro. Se tivermos dinheiro, podemos então desfrutar das boas coisas. Normalmente, consideramos essas coisas como o mais importante, mas acho que não é assim. O conforto material pode advir do esforço físico, mas o conforto mental tem que vir do esforço mental. Se formos a uma loja e dermos dinheiro ao empregado e dissermos que queremos comprar a paz de espírito, eles dirão que não têm nada para vender. Muitos empregados iriam pensar que somos malucos e fariam pouco de nós. [...] Portanto, sempre que eu dou palestras, digo que as pessoas modernas pensam muito sobre o desenvolvimento exterior. Se só prestarmos atenção a esse nível, isso não será suficiente. A verdadeira alegria e satisfação têm de vir de dentro.
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segunda-feira, 14 de dezembro de 2009
Os principais problemas do materialismo
Neste video, Satish Kumar descreve como os actuais níveis de consumo no Ocidente são pura e simplesmente insustentáveis. Ele examina os valores prevalecentes na nossa sociedade materialista e descreve um estilo de vida mais saudável, sustentável e conducente à felicidade, lembrando-nos que "a qualidade de vida é mais importante que a quantidade de bens materiais".
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