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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

A sabedoria da simplicidade

Simplificar significa enfrentar as coisas cara a cara. Significa enfrentar a vida com clareza, sem distrações desnecessárias. Significa ser-se direto e honesto em todos os tipos de relacionamentos. Significa encarar a vida tal como ela é. - Duane Elgin

Inspiração do Dia: A sabedoria da simplicidade é um tema com raízes profundas. O grande valor e as enormes vantagens da vida simples são encontradas em todas as grandes tradições de sabedoria do mundo. Jesus ensinou, com as suas palavras e o seu exemplo, que não devemos fazer da aquisição de bens materiais o nosso principal objectivo de vida. Tradições espirituais orientais, como o budismo, o hinduísmo e o taoísmo, também encorajam uma vida de moderação material e abundância espiritual. Os gregos, os puritanos e os quakers salientam a mesma coisa, tal como os transcendentalistas, cujo pensamento é melhor exemplificado pelas vidas e escritos de Emerson e Thoreau. A vida simples não é uma nova invenção social - o que é novidade é a urgente necessidade de responder às circunstâncias ecológicas e materiais que estão mudando radicalmente e em que a humanidade se encontra.

Duane Elgin
[continua aqui]

Seja a mudança que você quer ver no mundo: Hoje, dê outro passo em direção a simplicidade voluntária, tanto interna como externa.

sábado, 25 de junho de 2011

Wikipédia: simplicidade voluntária

Wikipédia define simplicidade voluntária da seguinte forma:

Vida simples ou simplicidade voluntária é um estilo de vida no qual os indivíduos conscientemente escolhem minimizar a preocupação com o "quanto mais melhor", em termos de riqueza e consumo. Seus adeptos escolhem uma vida simples por diferentes razões que podem estar ligadas à espiritualidade, saúde, qualidade de vida e do tempo passado com a família e amigos, redução do stress , preservação do meio ambiente, justiça social ou anti-consumismo , enquanto outros escolhem viver mais simplesmente por preferência pessoal ou por razões econômicas - embora a vida simples seja essencialmente uma escolha e nada tenha a ver com "pobreza forçada".

A pobreza é involuntária e debilitante, a simplicidade é voluntária e mobilizadora, adverte Duane Elgin, autor do livro Simplicidade Voluntária. Significa fazer um esforço consciente para descobrir o que realmente é importante e abrir mão do que é supérfluo, descobrindo assim que uma vida mais frugal exteriormente pode ser muito mais rica e abundante interiormente.

Ler o resto aqui.

quinta-feira, 17 de junho de 2010

Recursos Internos

Quando me sinto satisfeita com o que tenho, consigo viver com simplicidade e desfrutar de prosperidade e tempo livre.

Quando os meus objectivos são claros,
consigo alcançá-los sem espalhafatos.


Quando estou em paz comigo mesma,
deixo de desperdi
çar a minha força vital em conflitos.

Quando aprender a deixar ir deixarei de ter medo da morte.

John Heider, The Tao of Leadership

terça-feira, 8 de junho de 2010

Não podemos forçar a simplicidade

"Não podemos forçar a simplicidade, mas podemos convidá-la, encontrando tanta riqueza quanto possível nas poucas coisas que temos à mão. Simplicidade não significa escassez mas sim um certo tipo de riqueza, a plenitude que surge quando deixamos de encher o mundo com coisas." ~ Thomas Moore

domingo, 6 de junho de 2010

A vida no futuro

Tinkers Bubble é uma eco-communidade em Somerset, na Inglaterra.



Curiosos? Podem aprender mais aqui.

terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Serge Mongeau – A via da simplicidade voluntária

"A simplicidade não é a pobreza, é um despojar que nos deixa mais espaço para o espírito, para a consciência. É um estado de espírito que nos convida a apreciar, a saborear, a procurar a qualidade, é uma renúncia aos artefactos que pesam, incomodam e impedem de ir até ao fim das possibilidades.

Hoje em dia, dou-me conta que a via da simplicidade voluntária não constitui simplesmente o melhor caminho para a saúde, mas é sem dúvida a única esperança para o futuro da humanidade.

A via da simplicidade voluntária abre-se por um caminho pessoal de introspecção: trata-se de cada um descobrir quem é e identificar as respostas às suas verdadeiras necessidades, e quando falo de necessidades penso para além das necessidades físicas de base, nas necessidades sociais, afectivas e espirituais. O que é que me vai preencher plenamente em todas as minhas dimensões e capacidades? No nosso mundo de abundância, isto significa que temos de escolher; não ir mais na corrente da moda, da publicidade ou do olhar os outros, mas sim em função das necessidades autênticas.”



Descobri esta citação aqui.

quarta-feira, 16 de setembro de 2009

Gopi Krishna


A solitude e a natureza são absolutamente necessárias para o desenvolvimento do ser humano. É a mistura de uma vida natural, vivida em solitude, no meio de belos cenários da natureza e daquilo a que chamamos de vida arborícola, que é absolutamente necessária para o equilíbrio e harmonia da mente humana.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

A estória de Paulo o Eremita

Também conhecido como o 1º Ermitão, o Anacoreta ou Paulo de Tebas, nasceu no ano 228, em Tebaia, uma região próxima do rio Nilo, no Egipto. Cresceu numa família cristã da alta classe. Bem educado, fluente em grego e egípcio. Seus pais morreram quando ele tinha 15 anos. Poucos anos depois começa a perseguição do imperador Décio e Paulo foge para o deserto, de onde não voltou.

Escolheu uma caverna, perto de uma fonte de água e de umas palmeiras, para ser sua moradia. Com as folhas da palmeira fazia a roupa. Os frutos eram seu alimento. E a água da fonte sua bebida.

Viveu como um eremita no deserto durante o resto da sua vida de 113 anos, passando o tempo em oração.

Ver mais aqui.

terça-feira, 18 de agosto de 2009

A estória de Santo Antão do Deserto

O fundador do monaquismo cristão nasceu em 251, na Tebaida, no Alto Egipto, e faleceu em 356, com 105 anos de idade. Os que adoptaram o seu modo de vida chamam-se eremitas ou anacoretas.

Seus pais eram cristãos abastados da nobreza. Quando menino viveu com os pais, conhecendo apenas a família e a casa; não quis ir à escola, desejando evitar a companhia dos outros meninos; seu único desejo era levar uma simples vida no lar.

Depois da morte dos pais ficou sozinho com a irmã, muito mais nova. Tinha então uns 18 a 20, e cuidou da casa e da irmã. Menos de 6 meses depois da morte dos pais, ia, como de costume, a caminho da igreja. Enquanto caminhava, ia meditando e refletia como os apóstolos deixaram tudo, e seguiram o Salvador; como os fiéis vendiam o que tinham e o punham aos pés dos Apóstolos para distribuição entre os necessitados.

Pensando estas coisas, entrou na igreja. Aconteceu que nesse momento se estava lendo o evangelho, e ouviu a passagem em que o Senhor disse ao jovem rico:

"Se queres ser perfeito, vende o que tens e dá-o aos pobres, depois vem, segue-me e terás um tesouro no céu".

Como se Deus lhe houvera proposto a lembrança dos santos, e como se a leitura houvesse sido dirigida especialmente a ele, Antão saiu imediatamente da igreja e deu a propriedade que tinha de seus antepassados: trezentas "aruras", terra muito fértil e formosa. Não quis que nem ele nem sua irmã tivessem algo que ver com ela. Vendeu tudo o mais, os bens móveis que possuía, e entregou aos pobres a considerável soma recebida, deixando só um pouco para a irmã.

De novo, porém, entrando na igreja, ouviu aquela palavra do Senhor no evangelho:

"Não se preocupem com o amanhã".

Não pôde suportar maior espera, mas foi e distribuiu aos pobres também este pouco. Colocou a irmã entre virgens conhecidas e de confiança, entregando-a para que a educassem. Então ele dedicou todo seu tempo à vida ascética.

Link: Vida de Santo Antão, por Santo Atanásio

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

Citações - Thomas Merton

A correria e a pressão exercida pelo ritmo da vida moderna são uma forma, talvez a forma mais comum, de sua violência radical.

Deixar-se levar pela multidão de preocupações em conflito, entregar-se a múltiplas exigências, engajar-se em demasiados projectos, querer ajudar a todos em tudo, é sucumbir à violência. Mais que isso, é cooperar com a violência. O frenesi... destrói a capacidade interior de paz.

Reflexões de um espectador culpado, (Editora Vozes, Petrópolis), 1970. p. 99

domingo, 16 de agosto de 2009

Vive, antes que morras!

Live Before You Die from Dreamtime Film on Vimeo.

As pessoas dizem que depois da morte podemos ir para o céu. Mas quem diz que temo de esperar esse tempo todo? A estrada para o céu é difícil mas às vezes acordamos noutro país. O Verão é outro país. Vive o teu dia, vive cada momento!

A terra já aqui estava antes de nós e continuará aqui. Hoje tudo pertence a alguém, a alguma pessoa. Neste planeta, um sítio onde sentar não é pedir demasiado.

Viajamos levemente
atravessando apenas
para lá
sempre
mais além

As pessoas falam do Reino dos Céus. Isso está errado. O céu não é um reino, é o nosso mundo, a nossa terra, a nossa vida. Um dia vamos morrer mas por enquanto ainda estamos vivos.

Quanto mais tens, tanto menos és.
Quanto menos tens, tanto mais tu és.

O suficiente chega.
Cria a tua própria vida.


O poder dos outros é obtido através da nossa obediência.
Então, desobedece!

Achas que nós, a tribo dos cavalos, sem posses, achas que temos ar de derrotados?

Continua a tua viagem
vai mais além
continua, sempre...

Ouve a nossa mensagem:
Há vida ANTES da morte!
Agora a escolha é tua.

Estás vivo?

sexta-feira, 14 de agosto de 2009

Lao tzu: "o sábio não acumula"


O sábio não acumula,
Quanto mais ele faz pelos outros
mais plena se torna a sua vida,
Quanto mais dá mais abundância gera.

Lao Tzu (Tao Te Ching 81)

Dar sem demonstrar,
Agir sem receber o crédito,
Orientar sem interferir,
Essa é a Virtude Primeira!

Lao Tzu (Tao Te Ching 51)

Não há pior mail que deixar-se
guiar pela ambição e ceder à cobiça;
Calamidade maior não há que
perder a noção dos limites,
Só quem conhece moderação terá
sempre o suficiente!

Lao Tzu (Tao Te Ching 46)

Melhor encher que chegue
que encher até derramar.
Afia demasiado a lâmina
ela depressa perde o gume;
Acumula montanhas de ouro e jade
Ninguém as conseguirá proteger.
Reclamai riqueza e honras
facilmente as perdereis.
Desaparece quando terminada a tarefa.
Esta é a via do céu.

Lao Tzu (Tao Te Ching 9)

Não serão a saúde e a sensatez mais
importantes que a reputação?
Acaso a vida não é mais digna de
apreço que a propriedade?
Quem deseja em demasia
consome-se demasiado;
Amontoa demais e a perda será pesada.

Lao Tzu (Tao Te Ching 44)

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Viver sem dinheiro: a estória de Heidemarie



Heidemarie Schwermer
(67) trabalhou durante muitos anos como psicoterapeuta e professora em Dortmund, na Alemanha. Como a maioria das pessoas à sua volta, ela passava a maior parte do tempo trabalhando para ganhar dinheiro para poder comprar as coisas que precisava - e as que não eram realmente necessárias. Como psicoterapeuta, ela conheceu muitas pessoas deprimidas e frustradas, pessoas que trabalhavam excessivamente e possuiam muito pouco tempo livre, ou que eram pobres ou desempregadas e sentiam-se inúteis.

Heidemarie teve então a ideia de começar um clube de trocas, onde pessoas sem dinheiro podiam trocar objectos e favores. Através do clube de trocas as pessoas entraram em contacto umas com as outras de uma forma totalmente diferente. Sentiam-se úteis e dignas e apreciavam também o aspecto social. Passado uns tempos Heidemarie decidiu fazer uma experiência. Ela deixou o seu apartamento, deu tudo que possuia a amigos e começou uma nova vida baseada na troca de favores - sem o uso de dinheiro. O seu objectivo era consciencializar as pessoas para a sua relação com o dinheiro e consumo.

Inicialmente ela ficou com amigos e conhecidos, tomando conta de suas casas quando eles estavam de férias ou viajando recebendo em troca comida e um lugar para viver. Ela foi a inspiração por trás da criação de clubes de troca por toda a Alemanha. Escreveu um livro sobre a sua vida e o seu estilo de vida se espalhou. Há 12 anos que vive sem dinheiro e diz que nunca se sentiu tão livre. O filme Viver sem Dinheiro segue o dia a dia de Heidemarie e com ele ficamos a saber sua história e filosofia.

domingo, 9 de agosto de 2009

Simplicidade Voluntária

No seu primeiro livro, Simplicidade Voluntária, 1981, o historiador e cientista social americano Duane Elgin diz-nos que:

“Vida simples é fruto de um propósito que a gente tem, pelo qual fica mais fácil descartar excessos, direcionar a energia de modo ordenado, ser mais coerente, sincero, consciente. A simplicidade começa dentro da gente quando decidimos o que realmente importa para cada um de nós. Simplicidade voluntária quer dizer escolher o nosso caminho na vida de forma consciente, deliberada e de nosso próprio acordo. Não é apenas viver com menos, mas viver com propósito e equilíbrio".